O
funcionário precisa ter em mente que é a ponte de ligação entre cliente e
empresa. Pelo contato com o público, ele representa a organização em que
trabalha. Para o cliente, o funcionário é a própria empresa. Dessa forma,
quando melhor for a relação estabelecida com o cliente maior será a garantia de
que a empresa terá êxito em suas transações de negócios. Vejamos alguns
princípios básicos para o bom relacionamento com o cliente:
Ser conscientemente cortês.
O funcionário deve atender bem a qualquer cliente que se dirija á empresa. Para isso, precisa suplantar seus próprios preconceitos ou uma eventual má impressão inicial que o cliente cause. Deve atender do modo como gostaria de ser tratado: com cortesia e sinceridade. O tratamento “senhor” (ou “senhora”) deve ser dispensado mesmo a jovens, a não ser que o cliente autorize explicitamente o “você”.
O funcionário deve atender bem a qualquer cliente que se dirija á empresa. Para isso, precisa suplantar seus próprios preconceitos ou uma eventual má impressão inicial que o cliente cause. Deve atender do modo como gostaria de ser tratado: com cortesia e sinceridade. O tratamento “senhor” (ou “senhora”) deve ser dispensado mesmo a jovens, a não ser que o cliente autorize explicitamente o “você”.
Dar boas vindas. O
funcionário pode cumprimentar a todos com um sorriso. Este é um modo de mostrar
agradável e facilita muito o contato com o cliente. Sempre que possível, deve
chamar o cliente pelo nome, procurando pronunciá-lo corretamente.
Por
exemplo: o funcionário levou o cheque do cliente para ser rubricado pelo chefe.
É muito positivo chamar o cliente pelo nome (visto no cheque) e finalizar com
alguma expressão do tipo “Tudo certo, senhor fulano. Aqui está a mercadoria.
Até outra vez”.
Atender de imediato. O
funcionário não deve deixar os clientes esperando, principalmente se o serviço
que está fazendo não tem relação com o assunto de que o cliente veio tratar.
Para quem espera, um minuto parece muito tempo. Há pessoas que esperam dois
minutos e depois são capazes de dizer, certos de que não mentem, que tiveram de
aguardar quinze ou vinte minutos. No entanto, depois de ter sido inicialmente
atendida, a pessoa com mais resignação.
Por
exemplo: o cliente espera o balcão, enquanto o funcionário está mexendo numa
gaveta. Mesmo que esteja procurando o bloco de notas fiscais ou mesmo sua
caneta (o que justificaria a demora), é bem mais simpático que o funcionário
atenda, nem que seja com uma expressão do tipo: “pois, não. Eu estou procurando
o bloco de notas e já vou tirar o seu pedido”.
Mostrar boa vontade. Mesmo
fora de sua área de trabalho, o funcionário pode cumprimentar a todos. Não só
colegas de serviço, mas também clientes que já foram atendidos em outra
ocasião. A gentileza não precisa restringir-se ao setor daquele funcionário,
mas deve se estender a toda empresa. É sempre gratificante para o cliente ser
reconhecido e cumprimentado pelo funcionário que o atendeu anteriormente.
Dispensar atenção ao cliente. o
funcionário deve fazer o cliente sentir-se bem vindo. Tratá-lo como alguém
importante, pessoalmente ou em relação à empresa, ajuda no contato. Uma
observação agradável valoriza a relação. O funcionário deve dar tempo para que
o cliente explique o que deseja, mantendo uma atitude amigável.
Agir com rapidez. O tempo
é importante. O cliente deseja que seu problema seja resolvido o mais rápido
possível. No entanto, ele não suportaria a impressão de que o funcionário
deseja “ficar livre” dele. Rapidez não é sinônimo de descaso ou irritação.
Prestar orientação segura. Muitas
vezes, o cliente fica inibido diante do funcionário. Se este não é a pessoa que
melhor poderia atendê-lo, deve orientá-lo clara e cortesmente. Iniciar um
contato com uma expressão do tipo: “Em que posso servi-lo, senhor?” É sempre
positivo.
Por
exemplo: o cliente aguarda, numa seção de artigos para camping, um funcionário
para atendê-lo. Mesmo que essa não seja a seção do funcionário X, ele pode
cordialmente conduzi-lo ao balconista certo.
Evitar termos técnicos. O
funcionário pode ser competente e conhecer bem a terminologia técnica dos
produtos com que lida, mas deve se abster de usar termos complexos diante de um
cliente que os desconhece.
Uma situação assim causa
incompreensão (gerando novas perguntas) ou constrangimento. Abreviações e
siglas também devem ser evitadas. O ideal é o funcionário usar expressões
simples, pronunciando-as em voz modulada e clara. É importante ser paciente: as
pessoas não são culpadas por não terem compreendido.
Não dar ordens. O
funcionário jamais deve ordenar coisas aos clientes. Ninguém gosta de ouvir
algo como: “O senhor tem de assinar aqui”. Uma expressão cordial teria valor
bem mais positivo: “Por favor, o senhor pode assinar nessa linha?”.
Chamar um chefe, em casos
especiais. Diante de um cliente imperioso (e muitas vezes sem razão), o
funcionário deve procurar ajuda. Tentar atendê-lo mesmo numa situação adversa
cria um clima negativo. Usando de habilidade, o funcionário deve procurar ajuda
em escalões superiores.
Evitar atitudes negativas. Expressões
negativas tendem a criar negativo. O ideal é evitar expressões como: “Não
pode”, “Está errado”, “Não deve”.
Falar a verdade. Nas
informações prestadas, a verdade é extremamente importante. Mesmo não sendo
agradável, é melhor o funcionário assumir uma falha eventual que dar ao cliente
a impressão de que esconde informações ou omite problemas.
Dar atenção às reclamações. O
funcionário deve ficar atento para qualquer reclamação, queixa ou sugestão por
parte do cliente. E, no caso, deve encaminhá-la ao superior imediato, para
exame e decisão.
Agir como um bom cartão de
visita. O funcionário deve lembrar que sua imagem corresponde à imagem da
empresa. Por isso, o vestuário deve estar adequado e o material, organizado.
Uma linguagem correta e cortês é o melhor cartão de visita de uma empresa.
Cuidados pessoais no ambiente
de trabalho. O funcionário deve ter em mente que faz parte de seu ambiente
de trabalho. Conscientizando-se disso, estará se organizando melhor e ajudando
a si mesmo. A mesa e o local de trabalho
devem ser marcas de personalidade do próprio funcionário.
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